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Salário e aposentadoria para as donas de casa Outubro 13, 2006

Posted by Analista in Política.
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Nessas eleições de 2006, vi uma proposta interessante de uma mulher – ou melhor, de duas (inclusive uma sendo da principal candidata ao senado): pagar salário e aposentadoria às donas de casa. Imagine só: o marido começa a reclamar da comida, da roupa que não foi lavada, do controle remoto que está sujo; a mulher protesta, daí o marido diz “Ei, estou pagando! Quer ser despedida?”. Ah, ah, que cena…

Opera roda Greasemonkey scripts Outubro 12, 2006

Posted by Analista in Navegadores.
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Eis uma coisa que eu não sabia, que o Opera é capaz de rodar scripts do Greasemonkey. Já testei com vários scripts e funcionou bem, até mesmo os de uma página que detectava o user-agent e dizia que eles só funcionavam no Firefox. Claro, alguns poucos não funcionaram. Ah sim, também dá para fazer o Opera carregar bookmarklets automaticamente, adicionar JavaScripts em páginas e tal. Isso, aliado à possibilidade de usar arquivos css personalizados, para mim é muito útil. As possibilidades são muitas.

Da página oficial de suporte do Opera: “Opera is capable of running many Greasemonkey scripts. These are JavaScripts designed to work with the Greasemonkey enhancement for the Mozilla browser family. To tell Opera that a script file uses Greasemonkey notation, the name of the file containing the script must end with .user.js (all other .js files are assumed to be normal User JavaScripts). Scripts that use Greasemonkey notation are handled slightly differently (in order to be compatible with existing scripts):” [...]

Coisas difíceis de dizer a alguém Outubro 12, 2006

Posted by Analista in Curiosidades.
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Opera e a possibilidade de salvar em MHT Agosto 26, 2006

Posted by Analista in Navegadores.
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A capacidade que o Internet Explorer tem de salvar páginas inteiras em um só arquivo – mais precisamente, aquela opção “Web Archive, single file (*.mht)” – era um dos recursos que eu considerava mais úteis. Após abandonar o IE (ou melhor, o Maxthon), foi uma das coisas que mais me fez falta. Cheguei a usar a extensão MAF do Firefox por algum tempo, mas vez ou outra ela “quebrava”, geralmente quando havia alguma atualização do navegador, além de, para abrir e salvar arquivos mht, ser bem mais lenta (e falha) do que para o obscuro formato maff que privilegia. Não estava boa o suficiente – o que me levou a abandoná-la, e a voltar à pré-histórica maneira de salvar as páginas em formato comum, aquele em html com uma pasta separada para imagens. Salvar assim, mesmo com a vantagem da compatibilidade com navegadores diversos, é bem inferior, por várias razões, sendo uma delas a manutenção e organização, a necessidade de se lidar com várias coisas que, na verdade, se referem a uma só; mas era mais cômodo do que, a toda hora, ter que abrir o IE para salvar páginas em um formato melhor. O fato de só o Internet Explorer entender corretamente aquele formato também pesava bastante.

Pois bem, passou-se o tempo, eu mudei de navegador, indo para o Opera, lá pelos idos de 2004 / 2005. De tempos em tempos, eu alternava entre o Firefox e ele. O fato de o Opera ter se tornado gratuito, em setembro de 2005, foi um grande passo. Ele também não era capaz de lidar com arquivos mht (pelo menos, não que eu soubesse), mas essa era uma necessidade que eu havia relegado. Entretanto, desde o início de 2006, com a iminência do lançamento da versão 9, o Opera passou a ser o navegador que mais me atraía, mais me surpreendia – especialmente pela velocidade, estabilidade, qualidade da interface e recursos nativos. Também, consegui fazer com ele tudo o que eu fazia com o Firefox e suas extensões – com uma certa dificuldade, mas com resultados bem mais satisfatórios.

Então, ontem, acabei por descobrir uma coisa muito especial: o Opera agora também é capaz de salvar e ler arquivos no formato mht, nativamente, sem precisar fazer nada, e faz isso muito bem! Basta, ao salvar, escolher a opção “Web archive (single file)“. Que incrível – voltei a salvar páginas em mht, em especial tutoriais e textos longos, para não precisar depender da disponibilidade da Internet no momento em que os acompanho, o que também me ajuda a não me distrair. Depois, ao pesquisar na Internet, vi que ele começou a ter esse recurso a partir da versão 9 beta, e eu já o vinha usando por um tempo sem saber disso.

É por essas e outras que o Opera atualmente é o meu navegador favorito. Desculpe-me, Firefox, mas você vai ter que se contentar com o segundo lugar…

Drives virtuais no Windows XP Agosto 25, 2006

Posted by Analista in Windows.
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Já vi algumas pessoas dizerem que dividem seus discos em várias partições, somente para não precisar digitar todo o caminho para uma determinada pasta (é sério!). Mas existe uma maneira melhor, no Windows XP, se o que desejam é apenas isso: o comando subst. Esse comando permite que se associe caminhos de pastas a letras de unidade, criando-se um drive virtual. No Explorer, e em qualquer outro programa do Windows, ele aparece como uma unidade a mais. Também pode ser acessado pela linha de comando, de forma direta, como se fosse realmente uma partição. Serve para cortar caminho, para não ser preciso digitar, por exemplo, c:\mundo\continente\país\estado\cidade toda hora, se tudo o que se quer é apenas entrar na pasta cidade. Também facilita bastante para salvar coisas, pois tudo fica a um clique de distância.

E como usar? Muito simples. Um exemplo prático, que fiz agora:

C:\>subst r: f:\desenvolvimento\rails

E pronto. Agora, para eu entrar na pasta f:\desenvolvimento\rails, basta digitar “r:” no prompt de comando, ou clicar na unidade R que apareceu no Explorer. Tanto a letra da unidade quanto a pasta desejada podem ser escolhidas – basta não coincidir com uma que já esteja sendo usada, para evitar problemas.

Para se listar todas as unidades virtuais criadas, digita-se subst, sem parâmetros. Para uma breve descrição, subst /?. E, para deletar, no meu exemplo, subst r: /d.

Vale lembrar que estes drives virtuais não são o mesmo que partições; eles têm outro propósito e são, de certa forma, voláteis. Existem outros casos em que partições reais são mais úteis – como para separar o sistema operacional dos dados, por exemplo.

Questões sobre empreendedorismo na Veja Agosto 21, 2006

Posted by Analista in Empreendedorismo.
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Mexendo em algumas revistas antigas aqui, encontrei uma Veja com a capa “A Vida Sem Patrão”, de 20 de junho de 2001. Nela tem um teste, intitulado “Você tem vocação para ser um empreendedor?”. Eu fiz o teste e, como já era de se esperar, fiquei entre os que “têm boa parte das características de quem vai conseguir virar-se muito bem na vida sem ter um patrão“. Porém, algumas das perguntas (2 das 30), que contam pontos positivos para o empreendedor, me parecem não ser muito corretas. São elas:

1. Quando você se propõe a fazer alguma coisa, vai até o fim?

Segundo a Veja, o que conta pontos para um empreendedor é responder que sim. Entretanto, isso não me parece ser sempre correto. Fazer tudo, até o fim, pode demonstrar que a pessoa não é capaz de mudar seus valores, de adaptar-se de acordo com a situação, com o momento – que é o que realmente vale para um empreendedor. Por exemplo, aquilo que a pessoa começou a fazer, planejando terminar em alguns anos, pode ter perdido a importância, e até ter se tornado algo ruim, devido a mudanças no mercado. Também, fazer tudo sempre, até o fim, pode ser um indício de uma falha na administração do tempo da pessoa. Existem coisas que as pessoas decidem fazer, que depois percebem que não vale a pena, não lhes adicionará mais do que outras que apareceram de repente. Coisas que só lhes farão perder tempo e dinheiro. Coisas que, dependendo do caso, se não postergadas, devem ser delegadas aos outros, ou até mesmo eliminadas, pois estarão tomando o tempo das coisas que realmente valerão a pena. Saber delegar e eliminar o que não é mais importante é essencial para um empreendedor. Só não vale usar isso como desculpa para não fazer o que é necessário, obviamente.

24. Gosta de correr riscos?

Para a Veja, vale pontos responder que não. Mas qual é o empreendedor, especialmente se iniciante, que não precisa correr riscos? Muitas empresas fecharam pelo medo que o empresário teve de correr riscos, de mudar algo que deu certo no passado mas não funcionava mais. Medo que fez com que ele adiasse uma decisão importante, e quando percebeu já não dava mais tempo de mudar. Outros nem chegam a abrir empresas, devido ao medo de fracassar, pois vêem isso como “um risco muito grande”.

Já que é necessário correr riscos, gostar não deveria ser algo negativo. Talvez, essa questão deveria ser “Gosta de correr riscos desnecessários?”. Daí sim; se o empreendedor sabe que algo não vai dar certo, não deve mergulhar de cabeça e fazer mesmo assim. Se não sabe o risco que corre, mesmo que pequeno, há um problema. Em decisões importantes de qualquer empreendimento, riscos sempre existem, e precisam ser enfrentados. O que importa é saber quais riscos devem realmente ser corridos, e quais devem ser evitados.

E é isso. Perguntas de testes assim, muitas vezes têm algo que quem as fez não considerou. Parece ser esse o caso.

Wine, minha experiência real com ele Agosto 20, 2006

Posted by Analista in Linux.
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O Wine tem uma proposta interessante: dar a possibilidade de se rodar programas do Windows no Linux. É freqüentemente citado como sendo o salvador, um contra-argumento usado com aqueles que dizem “não uso Linux porque não roda os programas que uso”. Porém, minha experiência com ele não é das melhores. Resumidamente, cito os motivos:

  • não roda a maioria dos programas que quero;
  • roda alguns, sim, mas lento e com problemas;
  • a versão livre não é fácil de usar: tem que procurar DLLs, fazer coisas estranhas para instalar certos programas, etc.

Por outro lado, alguns programas funcionam até que bem e são facilmente instaláveis. Infelizmente, como eu já disse, normalmente não são os que eu quero. Porém, a cada versão, ele torna-se melhor e mais compatível com programas diversos. Quem sabe um dia…

Entretanto, existem usuários de Linux que não são favoráveis à proposta do Wine. Dizem que, quanto melhor ele se torna, menores são os incentivos para se fazer programas nativos para Linux. Por um lado, isso pode ser verdade. Por outro, ele também poderá ser decisivo para que muitos usuários do Windows passem a considerar o Linux, conseqüentemente aumentando a sua base de usuários. Uma faca de dois gumes, talvez.

Comandos do Linux no Windows Agosto 20, 2006

Posted by Analista in Linux, Windows.
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É comum muitos usuários do Linux citarem como um fator que demonstra a superioridade de seu sistema operacional a vasta quantidade de comandos que ele possui, dando a possibilidade de se fazer várias coisas pela linha de comando. Comandos como dig, grep, sed, tar, tail, etc. costumam ser lembrados. O vi, ssh, normalize e mencoder também são, apesar de não fazerem parte de muitas distros. Vêem os comandos como algo que o Windows nunca terá, pois é inerente apenas do Linux. Porém, é preciso observar algo, que muitos parecem esquecer: comandos do Linux (ou de qualquer outro sistema operacional) nada mais são do que programas sem interface gráfica, que podem aceitar parâmetros como entrada. Ficam no path do sistema, para não precisar digitar todo o caminho até ele. A diferença, além da disponibilidade, é quais já vêm pré-instalados com o sistema operacional. O Linux normalmente vem com vários; o Windows, com poucos. Porém, grande parte dos comandos existentes no Linux também podem ser utilizados no Windows. Para os comandos mais comuns, existem várias opções, sendo uma delas o UnxUtils. Para outros, uma rápida pesquisa pode encontrá-los.

Windows vs. Linux: filosofias opostas Agosto 14, 2006

Posted by Analista in Linux, Windows.
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A filosofia do Windows é de deixar só uma opção, pronta e funcionando. A do Linux, por outro lado, é de ser tudo opcional. A filosofia do Windows é perfeita para a maioria dos usuários de computador – aquele usuário que usa o sistema operacional como meio para fazer outras coisas, e não quer nem saber como esse meio funciona. Similar a alguém que apenas quer dirigir um carro, não ficar mexendo nas peças e componentes que fazem parte dele. Aqueles que, se puderem, nem chegam a abrir o capô.

Os usuários do Linux, pelo contrário, em sua maioria preferem que o sistema operacional seja algo para ser apreciado diretamente; eles vêem importância em escolher o sistema de arquivos, escalonador, configurações e compilações otimizadas, sistemas de som, etc. Saber e gostar de tudo isso torna-os especiais. Para eles, os programas são secundários; o mais importante é o sistema operacional. Querem sempre ter opções: elas podem até não serem úteis, havendo muitas que nunca chegarão a usar, mas o simples fato de estarem disponíveis é visto como um ponto positivo. São como aqueles motoristas que querem saber tudo sobre as peças de seus carros, aqueles que trocam o óleo, velas, e tudo mais. Ou até mesmo como aqueles que personalizam ao extremo seus carros, adeptos do que muitos chamam de tuning.

O usuário típico de Windows não enxerga nenhuma das supostas vantagens da “liberdade de opção” citadas pelos usuários do Linux – só quer algo em que possa rodar rapidamente e facilmente os programas que quiser. E é justamente isso o que um usuário deve esperar de cada um desses sistemas – por isso os power users de Linux em geral não sentem-se à vontade ao usar Windows, e nem os de Windows ao usar Linux. Para os usuários do Linux, liberdade de opção é uma enorme vantagem; para os do Windows, é algo desnecessário e que serve apenas para trazer preocupações.

Claro que há muitos usuários que diferem do padrão. Mas a generalização é válida para compreender um pouco por que tantas discussões veementes são causadas por quem prefere um ou outro, por quem não é capaz de aceitar que o que ele considera ideal pode não ser para alguém que pensa diferente dele.

Melhor editor de blogs que existe Agosto 14, 2006

Posted by Analista in Software, Windows.
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Momento para agradecer ao Carlos Cardoso do blog Contraditorium: graças a ele, conheci a melhor ferramenta para publicar minhas mensagens no WordPress, o Zoundry Blog Writer. Lá, encontrei um artigo que me fez ver a luz. Algo bem conveniente, pois antes eu estava aqui justamente rosnando sobre os problemas de usabilidade do editor da página do WordPress – tantos, que eu até perdia a vontade de postar.

Pois bem, foi a primeira vez que visitei o blog, e agora já está em meus favoritos. A maneira que o encontrei foi peculiar: buscando por outra coisa no Google! No caso, eu estava procurando algo sobre “fonte de renda do Google” (tudo a ver, não é?). Encontrei no Contraditorium excelentes artigos sobre o assunto, tão bons que comecei a ler outros textos do blog. Vale a pena.