Opera roda Greasemonkey scripts Outubro 12, 2006
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Eis uma coisa que eu não sabia, que o Opera é capaz de rodar scripts do Greasemonkey. Já testei com vários scripts e funcionou bem, até mesmo os de uma página que detectava o user-agent e dizia que eles só funcionavam no Firefox. Claro, alguns poucos não funcionaram. Ah sim, também dá para fazer o Opera carregar bookmarklets automaticamente, adicionar JavaScripts em páginas e tal. Isso, aliado à possibilidade de usar arquivos css personalizados, para mim é muito útil. As possibilidades são muitas.
Da página oficial de suporte do Opera: “Opera is capable of running many Greasemonkey scripts. These are JavaScripts designed to work with the Greasemonkey enhancement for the Mozilla browser family. To tell Opera that a script file uses Greasemonkey notation, the name of the file containing the script must end with .user.js (all other .js files are assumed to be normal User JavaScripts). Scripts that use Greasemonkey notation are handled slightly differently (in order to be compatible with existing scripts):” [...]
Opera e a possibilidade de salvar em MHT Agosto 26, 2006
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A capacidade que o Internet Explorer tem de salvar páginas inteiras em um só arquivo – mais precisamente, aquela opção “Web Archive, single file (*.mht)” – era um dos recursos que eu considerava mais úteis. Após abandonar o IE (ou melhor, o Maxthon), foi uma das coisas que mais me fez falta. Cheguei a usar a extensão MAF do Firefox por algum tempo, mas vez ou outra ela “quebrava”, geralmente quando havia alguma atualização do navegador, além de, para abrir e salvar arquivos mht, ser bem mais lenta (e falha) do que para o obscuro formato maff que privilegia. Não estava boa o suficiente – o que me levou a abandoná-la, e a voltar à pré-histórica maneira de salvar as páginas em formato comum, aquele em html com uma pasta separada para imagens. Salvar assim, mesmo com a vantagem da compatibilidade com navegadores diversos, é bem inferior, por várias razões, sendo uma delas a manutenção e organização, a necessidade de se lidar com várias coisas que, na verdade, se referem a uma só; mas era mais cômodo do que, a toda hora, ter que abrir o IE para salvar páginas em um formato melhor. O fato de só o Internet Explorer entender corretamente aquele formato também pesava bastante.
Pois bem, passou-se o tempo, eu mudei de navegador, indo para o Opera, lá pelos idos de 2004 / 2005. De tempos em tempos, eu alternava entre o Firefox e ele. O fato de o Opera ter se tornado gratuito, em setembro de 2005, foi um grande passo. Ele também não era capaz de lidar com arquivos mht (pelo menos, não que eu soubesse), mas essa era uma necessidade que eu havia relegado. Entretanto, desde o início de 2006, com a iminência do lançamento da versão 9, o Opera passou a ser o navegador que mais me atraía, mais me surpreendia – especialmente pela velocidade, estabilidade, qualidade da interface e recursos nativos. Também, consegui fazer com ele tudo o que eu fazia com o Firefox e suas extensões – com uma certa dificuldade, mas com resultados bem mais satisfatórios.
Então, ontem, acabei por descobrir uma coisa muito especial: o Opera agora também é capaz de salvar e ler arquivos no formato mht, nativamente, sem precisar fazer nada, e faz isso muito bem! Basta, ao salvar, escolher a opção “Web archive (single file)“. Que incrível – voltei a salvar páginas em mht, em especial tutoriais e textos longos, para não precisar depender da disponibilidade da Internet no momento em que os acompanho, o que também me ajuda a não me distrair. Depois, ao pesquisar na Internet, vi que ele começou a ter esse recurso a partir da versão 9 beta, e eu já o vinha usando por um tempo sem saber disso.
É por essas e outras que o Opera atualmente é o meu navegador favorito. Desculpe-me, Firefox, mas você vai ter que se contentar com o segundo lugar…