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Drives virtuais no Windows XP Agosto 25, 2006

Posted by Analista in Windows.
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Já vi algumas pessoas dizerem que dividem seus discos em várias partições, somente para não precisar digitar todo o caminho para uma determinada pasta (é sério!). Mas existe uma maneira melhor, no Windows XP, se o que desejam é apenas isso: o comando subst. Esse comando permite que se associe caminhos de pastas a letras de unidade, criando-se um drive virtual. No Explorer, e em qualquer outro programa do Windows, ele aparece como uma unidade a mais. Também pode ser acessado pela linha de comando, de forma direta, como se fosse realmente uma partição. Serve para cortar caminho, para não ser preciso digitar, por exemplo, c:\mundo\continente\país\estado\cidade toda hora, se tudo o que se quer é apenas entrar na pasta cidade. Também facilita bastante para salvar coisas, pois tudo fica a um clique de distância.

E como usar? Muito simples. Um exemplo prático, que fiz agora:

C:\>subst r: f:\desenvolvimento\rails

E pronto. Agora, para eu entrar na pasta f:\desenvolvimento\rails, basta digitar “r:” no prompt de comando, ou clicar na unidade R que apareceu no Explorer. Tanto a letra da unidade quanto a pasta desejada podem ser escolhidas – basta não coincidir com uma que já esteja sendo usada, para evitar problemas.

Para se listar todas as unidades virtuais criadas, digita-se subst, sem parâmetros. Para uma breve descrição, subst /?. E, para deletar, no meu exemplo, subst r: /d.

Vale lembrar que estes drives virtuais não são o mesmo que partições; eles têm outro propósito e são, de certa forma, voláteis. Existem outros casos em que partições reais são mais úteis – como para separar o sistema operacional dos dados, por exemplo.

Comandos do Linux no Windows Agosto 20, 2006

Posted by Analista in Linux, Windows.
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É comum muitos usuários do Linux citarem como um fator que demonstra a superioridade de seu sistema operacional a vasta quantidade de comandos que ele possui, dando a possibilidade de se fazer várias coisas pela linha de comando. Comandos como dig, grep, sed, tar, tail, etc. costumam ser lembrados. O vi, ssh, normalize e mencoder também são, apesar de não fazerem parte de muitas distros. Vêem os comandos como algo que o Windows nunca terá, pois é inerente apenas do Linux. Porém, é preciso observar algo, que muitos parecem esquecer: comandos do Linux (ou de qualquer outro sistema operacional) nada mais são do que programas sem interface gráfica, que podem aceitar parâmetros como entrada. Ficam no path do sistema, para não precisar digitar todo o caminho até ele. A diferença, além da disponibilidade, é quais já vêm pré-instalados com o sistema operacional. O Linux normalmente vem com vários; o Windows, com poucos. Porém, grande parte dos comandos existentes no Linux também podem ser utilizados no Windows. Para os comandos mais comuns, existem várias opções, sendo uma delas o UnxUtils. Para outros, uma rápida pesquisa pode encontrá-los.

Windows vs. Linux: filosofias opostas Agosto 14, 2006

Posted by Analista in Linux, Windows.
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A filosofia do Windows é de deixar só uma opção, pronta e funcionando. A do Linux, por outro lado, é de ser tudo opcional. A filosofia do Windows é perfeita para a maioria dos usuários de computador – aquele usuário que usa o sistema operacional como meio para fazer outras coisas, e não quer nem saber como esse meio funciona. Similar a alguém que apenas quer dirigir um carro, não ficar mexendo nas peças e componentes que fazem parte dele. Aqueles que, se puderem, nem chegam a abrir o capô.

Os usuários do Linux, pelo contrário, em sua maioria preferem que o sistema operacional seja algo para ser apreciado diretamente; eles vêem importância em escolher o sistema de arquivos, escalonador, configurações e compilações otimizadas, sistemas de som, etc. Saber e gostar de tudo isso torna-os especiais. Para eles, os programas são secundários; o mais importante é o sistema operacional. Querem sempre ter opções: elas podem até não serem úteis, havendo muitas que nunca chegarão a usar, mas o simples fato de estarem disponíveis é visto como um ponto positivo. São como aqueles motoristas que querem saber tudo sobre as peças de seus carros, aqueles que trocam o óleo, velas, e tudo mais. Ou até mesmo como aqueles que personalizam ao extremo seus carros, adeptos do que muitos chamam de tuning.

O usuário típico de Windows não enxerga nenhuma das supostas vantagens da “liberdade de opção” citadas pelos usuários do Linux – só quer algo em que possa rodar rapidamente e facilmente os programas que quiser. E é justamente isso o que um usuário deve esperar de cada um desses sistemas – por isso os power users de Linux em geral não sentem-se à vontade ao usar Windows, e nem os de Windows ao usar Linux. Para os usuários do Linux, liberdade de opção é uma enorme vantagem; para os do Windows, é algo desnecessário e que serve apenas para trazer preocupações.

Claro que há muitos usuários que diferem do padrão. Mas a generalização é válida para compreender um pouco por que tantas discussões veementes são causadas por quem prefere um ou outro, por quem não é capaz de aceitar que o que ele considera ideal pode não ser para alguém que pensa diferente dele.

Melhor editor de blogs que existe Agosto 14, 2006

Posted by Analista in Software, Windows.
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Momento para agradecer ao Carlos Cardoso do blog Contraditorium: graças a ele, conheci a melhor ferramenta para publicar minhas mensagens no WordPress, o Zoundry Blog Writer. Lá, encontrei um artigo que me fez ver a luz. Algo bem conveniente, pois antes eu estava aqui justamente rosnando sobre os problemas de usabilidade do editor da página do WordPress – tantos, que eu até perdia a vontade de postar.

Pois bem, foi a primeira vez que visitei o blog, e agora já está em meus favoritos. A maneira que o encontrei foi peculiar: buscando por outra coisa no Google! No caso, eu estava procurando algo sobre “fonte de renda do Google” (tudo a ver, não é?). Encontrei no Contraditorium excelentes artigos sobre o assunto, tão bons que comecei a ler outros textos do blog. Vale a pena.

Linux não é Windows Agosto 9, 2006

Posted by Analista in Linux, Windows.
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Para quem ainda não o fez, sugiro a leitura do artigo deste link (em inglês): Linux is NOT Windows.

No final, além de vários esclarecimentos, dá para se ter uma idéia de por quê um usuário típico, acostumado com o Windows, não deve simplesmente passar a usar o GNU/Linux, esperando um sistema melhor do que o que usa. É um ótimo texto também para aquele usuário de Windows que quer experimentar o Linux – mostra o que ele não deve esperar do sistema operacional, e a nova postura que deve ter frente a ele. E para os usuários do Linux, para ver por que não adianta apenas dizer que “Linux é melhor que Windows, e todo mundo deve usar”, pois nem sempre isso é válido.

Obs.: O texto não é “anti-Linux”, pelo contrário. É mais algo que demonstra as filosofias básicas opostas que guiam esses dois sistemas operacionais, e ciente de que pessoas diferentes têm necessidades diferentes.